COTIDIANO

Prefeitura e Estado se unem em projeto para Paraisópolis; criação de subprefeitura é descartada novamente

Publicado em 23/12, às 12h40

Por Priscila Perez

Após a recente ocorrência policial em Paraisópolis, na zona sul da capital, que resultou na morte de nove pessoas em meio a um tumulto em um baile funk, a Prefeitura de São Paulo e o Governo do Estado anunciaram um pacote de benfeitorias para a região.

Protesto em Paraisópolis. Foto: Marlene Bergamo/Folhapress.

Nesta atuação conjunta, foram levados em conta os principais pedidos da comunidade, como a construção de três novas creches e dois parques, a ampliação do horário de atendimento do restaurante Bom Prato, a criação de 1,6 mil vagas de emprego, a instalação de uma fábrica de cultura e a canalização do Córrego Antonico, uma antiga reivindicação dos moradores. Ao todo, serão 30 ações em Paraisópolis.

Entretanto, ficou de fora a demanda tida como “fundamental” pela comunidade: a criação de uma subprefeitura. A regional facilitaria o acesso a serviços essenciais de zeladoria. “Se a solução dos problemas fosse criar estruturas administrativas para atender determinados locais, seria muito fácil. Não é assim que se resolve os problemas. Os problemas são resolvidos com ações integradas”, esclareceu o secretário municipal de Governo, Mauro Ricardo.

A demanda por subprefeituras próprias é comum em toda a capital. Na zona noroeste, por exemplo, bairros como Taipas e Jaraguá já tiveram movimentos a favor da emancipação. Na visão dos moradores, a criação de regionais tende a otimizar o trabalho dentro dos bairros. A pauta divide opiniões e sempre é motivo de polêmica.

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