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A evolução do dinheiro: a febre das moedas digitais

Mais popular do que se imagina, a criptomoeda é o hit do momento na economia mundial

Publicado às 10h25

Por Cristina Braga

Desde sempre o dinheiro moveu o mundo, e a forma de lidar com ele fez com que o homem se adaptasse a novas condições. “Algumas (ou muitas) moedas eletrônicas digitais dominarão o mercado financeiro digital”, dizem alguns economistas. Não é exercício de futurologia, basta ver como evoluiu. O papel-moeda foi lançado no Brasil em 1809, pelo Banco do Brasil. O tempo parecia ser mais longo e longe de qualquer tecnologia. Hoje, quase sem perceber, já operamos com dinheiro eletrônico, realizando transferência por telefone, satélite e internet, com cartões de crédito e débito.

A necessidade de criar um dinheiro novo, que supostamente opere além do controle de governos, corporações e instituições financeiras, atiça os investidores da nova era. Em pleno século 21, nos deparamos com uma evolução
que transforma o relacionamento com a sociedade e o modelo tradicional da economia. “Há quem ame e quem odeie as moedas virtuais”, pontua Fátima Monteiro, corretora de moedas digitais. O temor justifica-se pela
imagem de que as “moedas digitais” sirvam, também, para transações ilegais. Não são, mas a criptoeconomia é um negócio de alto risco. E, para funcionarem como dinheiro, devem ser trocadas por moedas tradicionais.

O Bitcoin foi criado há dez anos e não possui existência física real. É, basicamente, um arquivo digital que existe online e funciona como uma moeda alternativa. A criptomoeda não é impressa por governos ou bancos tradicionais, mas criada por um processo computacional complexo, conhecido como mineração. O desafio é manter a segurança para o investidor por conta de sua instabilidade nas cotações – no último ano, por exemplo, houve uma supervalorização de quase 2.000%.

Hoje, o Bitcoin não possui um órgão centralizado que o regulamente no mercado. Porém, há quem aposte que as moedas digitais sejam bem expressivas como meio de pagamento de contas em um futuro próximo, ou apenas uma bolha que, de repente, desaparecerá. Existem, hoje, cerca de 16,5 milhões de Bitcoins em circulação, e cerca de milhares são criados todos os dias. O preço é determinado pelo quanto as pessoas estão dispostas a pagar. E “arriscar”.

Confira a entrevista completa sobre o assunto com Fátima Monteiro, corretora de moedas digitais:

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