REGIONAL

Praça Pedro Corazza, na Água Branca, sofre com falhas em semáforos

Apagão ocorre no entroncamento das avenidas Marquês de São Vicente, Ermano Marchetti, Comendador Martinelli e Santa Marina

Publicado às 9h45

Com informações da Folha de São Paulo

Choveu, apagou. É assim em toda a cidade e não poderia ser diferente por aqui. Segundo dados da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), a Prefeitura leva até cinco dias para reparar um semáforo. Em casos mais graves, o conserto pode demorar até quatro horas, contrariando a promessa do ex-prefeito João Doria, que falava em duas horas – no máximo.

Na região noroeste, há um endereço que é campeão em falhas e consertos: a Praça Pedro Corazza, na Água Branca. Bem no movimentado entroncamento das avenidas Marquês de São Vicente, Ermano Marchetti, Comendador Martinelli e Santa Marina os semáforos quebraram 30 vezes nos últimos seis meses. O resultado disso é mais trânsito no já engarrafado endereço da zona oeste, que abriga um campus de uma universidade, empresas, indústrias, condomínios e a estação Água Branca da CPTM.

Semáforos apagaram 30 vezes nos últimos seis meses
Praça na zona oeste/Foto: Léo Arcoverde/Fiquem Sabendo

Joaquim da Silva, dono de uma banca de jornal, conta que o “buzinaço” aumenta bastante em dias de semáforo quebrado. “Aí a CET tem que mandar três equipes, fica uma de cada lado da praça tentando arrumar o trânsito.”

Semáforos: apagão e promessa de agilidade

Nesse mesmo período, foram contabilizados 111 episódios considerados graves na cidade, e o tempo de reparo foi de 24 horas. Na Rua Brigadeiro Tobias, por exemplo, as equipes levaram simplesmente cinco dias para consertarem o semáforo.

Demora

Pelos dados da CET , entre agosto de 2017 e janeiro de 2018, quando os contratos de manutenção estavam em vigor, foram registradas 12.827 panes —a cidade inteira tem 6.300 esquinas com semáforos. Em 65% dos casos, a espera por uma solução foi maior do que as duas horas prometidas.

Na média de todos os tipos de falha (incluindo ainda casos menos graves, que não expõem a população a grandes riscos), a demora foi de 11,6 horas para uma solução.

Nos meses de 2017 anteriores à assinatura dos contratos de manutenção, a espera era de, em média, 15,2 horas.

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