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Sala de radiografia da UPA Pirituba passa por adequações; unidade funciona anexa ao Hospital José Soares Hungria

Publicado em 09/01, às 10h55

Por Cristina Braga

Inúmeras são as reclamações de pacientes que precisam realizar exame de raio-X na UPA Pirituba e, ao chegarem na unidade, são informados da necessidade de se deslocarem até o Hospital Municipal José Soares Hungria para realizar o atendimento. Ainda que o hospital esteja localizado anexo ao terreno da UPA, o pedido acaba causando dificuldades na mobilidade, pois o paciente tem que encarar subidas e escadas. 

Unidade de Pronto Atendimento em Pirituba. Foto: Divulgação.

A Prefeitura de São Paulo, sob a gestão Bruno Covas (PSDB), gastou R$ 10,8 milhões para construir e equipar a unidade, que tem capacidade para 22 mil atendimentos ao mês e foi inaugurada em outubro do ano passado. Em nota ao jornal Agora, a Secretaria Municipal da Saúde afirmou que a sala de raio-X da UPA Pirituba “passa por adequações para pleno funcionamento aos munícipes”.

Problema técnico na sala de raio-X e transtornos 

Segundo o Supervisor de Saúde de Pirituba/Jaraguá Wagner Fracini, “há um problema técnico na sala de radiografia, o que impede o uso da sala por razões de segurança, isto é, para proteção dos usuários e funcionários. O problema demandou estudos técnicos, laudo radiométrico e projeto técnico para adequação e reparo na sala, por isso, a demora no conserto.Esta etapa – que é a mais demorada – foi concluída e agora a adequação será feita, tudo indica que rapidamente. Não houve nenhum prejuízo assistencial, no sentido de que todos os pacientes que precisaram de radiografias fizeram os exames no hospital de Pirituba”.

O supervisor pondera que “ isso gerou transtornos de locomoção, daí as reclamações dos pacientes, plenamente compreensíveis. Mas, de fato, ninguém deixou de realizar os exames radiológicos necessários”, completou à Folha Noroeste. Fracini reiterou que a UPA atendeu mais de 25 mil pessoas somente no primeiro mês de funcionamento, “tendo salvo seguramente 500 pessoas que lá chegaram em risco de vida”.