SAÚDE

Verão reacende alerta sobre o câncer de pele; veja como identificar os primeiros sinais da doença

Publicado em 26/12, às 9h

Por Priscila Perez

Verão é sinônimo de praia e muito sol. É nesta época do ano que o tão desejado descanso à beira mar se torna uma agradável realidade. É bronzeamento pra cá, banho de piscina pra lá. Bye bye, estresse! Mas toda essa curtição não pode significar desatenção com a saúde. Se vamos passar mais tempo ao sol, é necessário redobrar os cuidados com a pele para protegê-la contra qualquer possibilidade de câncer.

Foto: Reprodução/JE Online.

Para se ter ideia, 2019 deverá chegar ao fim contabilizando 170 mil novos casos da doença. A estimativa é do Instituto Nacional do Câncer (INCA) e leva em conta dois tipos de câncer de pele: não melanoma e melanoma. O primeiro é o mais comum e possui alto índice de cura se diagnosticado/tratado no início. Já o segundo apresenta alto grau de letalidade, pode surgir em qualquer parte do corpo e tem capacidade de causar metástase. De acordo com a entidade, o melanoma corresponde a 3% dos tumores malignos de pele registrados no país.

Apesar dos dados alarmantes, o primeiro passo para garantir uma vida saudável é bastante simples: prestar atenção em seu próprio corpo. Pintas ou manchas acastanhadas/enegrecidas, com alteração de cor, assimétricas, de bordas irregulares e diâmetro maior que seis milímetros merecem atenção. É o que aponta a Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Prevenção

A prevenção é baseada numa medida simples: o uso de protetor solar. O produto deve ser aplicado a cada duas horas e reaplicado após o contato com a água. Crianças e bebês merecem atenção redobrada. Antes dos seis meses de idade, é recomendado evitar a exposição solar utilizando roupas, chapéus, cobertores e persianas.

Cuidado com a garotada deve ser ainda maior. Foto: Reprodução/Shutterstock.

“O uso de protetor solar é muito associado às atividades externas, principalmente ao lazer em praias e piscinas. No entanto, a exposição solar diária, durante as atividades rotineiras do dia a dia, como na locomoção a pé, no carro ou transporte coletivo, nas atividades de educação física e, especialmente, dos trabalhadores ao ar livre, é muito mais danosa à saúde da pele do que a exposição intencional”, conclui Andrea Oliveira, cirurgiã plástica da Rede de Hospitais São Camilo e membro titular da SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica).

Mas atenção: mesmo com o fator de proteção (FPS) adequado, a exposição ao sol deve ocorrer até as 10h da manhã e a partir das 16h. Utilize óculos de sol e chapéus.

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