COTIDIANO

Cidade de SP oferece cestas básicas e alimentação para vulneráveis durante a pandemia

Publicado em 06/04/2021 às 09h

Por Redação/Câmara de São Paulo (Jota Abreu) 

Uma das maiores preocupações durante este período de pandemia é com a alimentação das pessoas em situação de vulnerabilidade social. Muitas famílias são sustentadas por integrantes que perderam o emprego durante a situação de emergência ou que tiveram seus trabalhos prejudicados diante das restrições impostas pelo momento na fase emergencial do Plano São Paulo.

A distribuição de alimentos pela Prefeitura de São Paulo está ocorrendo por meio do programa Cidade Solidária. Entre maio de 2020 até o último dia 15 de março, a soma chega 2,4 milhões de cestas básicas e mais de 1 milhão de kits de higiene distribuídos aos paulistanos. Em janeiro, o programa passou a ser coordenado pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), e foi incrementado com uma compra para possibilitar a entrega de 100 mil unidades por mês até o final de 2021.

Haverá ainda reforço na campanha para arrecadar doações para o programa. Quem desejar colaborar, pode doar cestas básicas ou alimentos não perecíveis que entram na composição delas. Também são arrecadados itens que compõem os kits de higiene: sabonete corporal; escova e creme dental; absorvente; papel higiênico, água sanitária, detergente em pó, desinfetante e esponja multiuso. Os locais disponíveis para doação são os equipamentos da Secretaria Municipal de Direitos Humanos espalhados pela cidade ou no galpão da Cruz Vermelha Brasileira São Paulo, na Avenida Moreira Guimarães, 699, Indianópolis, Zona Sul.

População de rua

Além dos mantimentos, o município distribui alimentos prontos destinados à população em situação de rua. A Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania está à frente do programa Cozinha Cidadã, responsável pela distribuição de 222 mil litros de água e 2.363.335 marmitas desde março de 2020. As refeições são produzidas por mais de 100 restaurantes credenciados que recebem 10 reais por unidade.

Com o cadastro de bares e restaurantes, a cidade encontrou uma forma de garantir a alimentação da população de rua durante a pandemia, e ganhos para estabelecimentos que tiveram queda no movimento. Pesquisa da pasta aponta que 70% destes estabelecimentos só conseguiram manter o negócio graças aos recursos do Programa Cozinha Cidadã.

Segundo a secretaria, a distribuição das refeições ocorre na região da Sé, Mooca, Lapa, Vila Mariana, Santo Amaro, Pinheiros, Santana, São Mateus, Penha, Casa Verde e Aricanduva. Os pontos para entrega foram selecionados tendo como base o último censo da população em situação de rua da capital. A quantidade de marmitas diárias está aumentando de 7,5 mil para 10 mil. Motoristas credenciados do transporte escolar municipal, que ficaram sem trabalho devido à interrupção das aulas presenciais, fazem a distribuição.

Rede de Assistência Social

As pessoas em situação de vulnerabilidade também podem ter acesso às refeições nos equipamentos da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS). Atualmente, a pasta conta com 97 serviços de acolhimento para a população em situação de rua, com mais de 23 mil vagas.

Outras informações podem ser consultadas diretamente na página da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania

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